terça-feira, 6 de outubro de 2009

Amor na ilha de Lesbos

homosexualidade antiguidade


Há muito pouco registro do lesbianismo até o século 18
O historiador romano Plutarco dizia, no século 1, que na cidade grega de Esparta todas as melhores mulheres amavam garotas. Apesar disso, há muito pouco registro sobre o lesbianismo até pelo menos o século 18. Os termos “lesbianismo” e “lésbica”, aliás, têm origem na ilha grega de Lesbos, no mar Egeu, local de nascimento da poetisa Safo (610-580 a.C.) – seu nome originou a palavra “safismo”. Embora os livros de Safo tenham sido queimados por ordem de Gregório de Nazianzus, bispo de Constantinopla, cerca de 200 fragmentos resistiram ao tempo e ao cristianismo. Os poemas revelam uma paixão exuberante ao amor feminino, o que faz crer que a autora tenha partilhado desse sentimento. É impossível, no entanto, afirmar se a autora realmente amou as mulheres que enaltece em seus poemas – ou se era apenas uma questão de estilo. Um dos primeiros códigos legais a fazer menção ao homossexualismo feminino é um francês de 1270. Ele estabelecia que o homem que mantivesse relação homossexual deveria ser castrado e, se reincidente, morto. E também que uma mulher que tivesse relações com outra mulher perderia o “membro” se fosse pega. Que “membro” seria cortado, porém, o código não especifica.



Safo teve seus livros queimados por ordem de Gregório de Nazianzus, bispo de Constantinopla

Saiba mais
Livros
Born to Be Gay – História da Homossexualidade, William Naphy, Edições 70, 2006
No livro, o autor faz um profundo estudo da homossexualidade desde a Antiguidade.
O Amor Entre Iguais, Humberto Rodrigues, Mythos, 2004
Traz aspectos históricos, sociais e legais sobre o assunto.

Dei a euza lá no Aventuras na História

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Beijo grego

beijo grego, cunete, rimmingTodo mundo tá “molhadinho” de saber que o beijo na boca é bom e muito prazeroso, sem contar que, em ambos os sexos, o beijo aumenta os níveis de oxitocina, hormônio ligado ao vínculo social, que motiva o beijo e o abraço. Mas você já conhece o beijo grego?

O beijo grego surgiu na Grécia antiga, numa época em que o sexo entre homens era tido como motivo de orgulho, afinal, homens eram como semi-deuses dotados de grande força e poder, enquanto as mulheres serviam para parir seus descendentes. Daí ter relação com um homem eram motivo de honra, principalmente se ele fosse um mestre ou professor. A honra podia ser ainda maior se ele fosse o ativo no ato.

Foi quando, numa dessas trocas de “conhecimento”, entre um oral e um 69, que alguém rompeu a barreira do saco escrotal alcançando a região anal, descobrindo que essa zona também não deixava de ser beijável.

Beijo grego, o cunete, não se trata de dar beijinhos, selinhos, é o ato de dar carinho com a boca e nisso incluem-se lambidas, mordidelas de forma a proporcionar prazer ao parceiro. Como sabemos as áreas genitais são muito bem vascularizadas e apenas o toque ao redor dá tesão.

Apesar de alguns héteros também serem adeptos dessa prática, a maioria não a admite, porém nós gays sabemos o quanto ela é prazerosa, principalmente para o homem recebe a língua do parceiro, mas devemos lembrar que higiene é sempre fundamental, fazer a chuca se torna bem importante, afinal de contas ninguém vai querer jantar durante a transa!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Este armário não te pertence

homosexualidade antiguidade


Personalidades que não escondiam suas preferências

O que tinham em comum pessoas como os imperadores Adriano e Nero, o filósofo Sócrates, o artista e inventor Leonardo da Vinci? Todos eles mantiveram relações sexuais com pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade experimentou ao longo da história da humanidade diversos altos e baixos. De comportamento absolutamente natural, passou a ser “pecado” e até a ser crime. Aqui, algumas histórias de personalidades que amaram seus iguais.

Alexandre, o Grande
O conquistador Alexandre, o Grande (356-323 a.C.), também foi conquistado. Seu amante era Hefastião, seu braço direito e ocupante de um importante posto no Exército. Quando ele morreu de febre, na volta de uma campanha na Índia, Alexandre caiu em desespero: ficou sem comer e beber por vários dias. Mandou proporcionar a seu amado um funeral majestoso: os preparativos foram tantos que a cerimônia só pôde ser realizada seis meses depois da morte. Alexandre fez questão de dirigir a carruagem fúnebre, decretando luto oficial em seu reino.

Júlio César
O romano Suetônio escreveu em seu As Vidas dos Doze Césares, livro do século 2, sobre os hábitos dos governantes do fim da república e do começo do Império Romano. Dos 12, só um deles, Cláudio, nunca teve relações homossexuais. O mais famoso, Júlio César (100-44 a.C.), teve aos 19 anos um relacionamento com o rei Nicomedes – César era o passivo. Entre todos os romanos, os mais excêntricos foram Calígula (12-41 d.C.) e Nero (37-68). O primeiro obrigava súditos a beijar seu pênis. O segundo teve dois maridos e manteve relações com a própria mãe.

Maria Antonieta
Segundo William Naphy no livro Born to Be Gay, havia um “reconhecimento generalizado da bissexualidade” da rainha da França Maria Antonieta (1755-1793). O escritor inglês Heste Thrale-Piozzi escreveu, em 1789, que a monarca encontrava-se “à cabeça de um grupo de monstros que se conhecem uns aos outros por safistas” – ou seja, lésbicas.



Ricardo Coração de Leão
As aventuras homossexuais do rei inglês Ricardo I (1157-1199) eram notórias na época. Um de seus casos, quando ele ainda era duque de Aquitânia, foi com outro nobre, Filipe II, rei da França. Uma crônica da época afirma: “Comiam os dois todos os dias à mesma mesa e do mesmo prato, e à noite as suas camas não os separavam. E o rei da França amava-o como à própria alma”. Outros monarcas europeus, como Henrique III da França (1551-1589) e Jaime IV da Escócia e I da Inglaterra (1566-1625), também tiveram vários amantes do mesmo sexo.

Oscar Wilde
O dramaturgo inglês (1854-1900) casou-se e teve dois filhos, mas também teve vários casos com homens. A relação mais marcante foi com o lorde Alfred Douglas, com quem mantinha o hábito de procurar jovens operários para o sexo. O pai do amante, o marquês de Queensberry, acusou Wilde de ser sodomita. O escritor processou o nobre por difamação – e arruinou-se. Foram três julgamentos, e o marquês juntara provas de sodomia contra ele. Wilde foi condenado a dois anos de trabalhos forçados. Na prisão, definhou – e morreu pouco tempo após deixar a cadeia.

Dei a euza lá no Aventuras na história

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Freedom On Board



Já ouviram a expressão, "Incêndio em alto mar"? Pois, as bees vão fazer o oceano atlântico ferver no mês de fevereiro, mais precisamente a partir do dia 5 até o dia 8, durante a segunda edição do cruzeiro Freedom On Board.

O percurso será São Paulo/Buzios/Ilha Bela/São Paulo dentro do maravilhoso Visions of the seas.

As vendas já são possíveis pela Deludy Tours ou pelo telefone (11) 3624-9007, com preços a partir de 10 parcelas de R$99,00.

Confere a programação do babado!

Filipe Guerra
Mauro Borges
Paulo Ciotti
Junior Brito
Maicon Ribeiro
Robson Mouse
Junior Peron
Mauro Mozart
Ale Bittencourt
M-Vee
Nina Lopes
Marcos Freitas e Vadão

Shows com Lorena Simpson, Penha Pinheiro e Las Bibas From Vizcaya. Além disso, festas temáticas, White Party By Rogério Figueiredo, Baile de Máscaras, Jungle Party em Ilhabela e noite caribenha.







Sexo vende e sexo gay também

Marcas como a Dolce & Gabbana exploram o tema e provam que sexo gay também vende. Vamos entender a mecânica da coisa.

Fiquei pensando na polêmica em torno da campanha das Havaianas (aquela da vovo moderninha) e como a nossa sociedade e muitas outras são hiper-caretas. Coisa que não acontece na Europa por exemplo.

Mas a questão agora não é a campanha das Havaianas, que serviu de gancho para essa pauta para o blog. Sexo vende e o mercado publicitário sabe disso, mesmo que limitados pela "opinião pública" que com suas idéias e conceitos ditatoriais que limitam a criação das agências.

Lá fora é diferente e não é de hoje que eu vejo campanhas ousadas envolvendo o sexo oposto. O nincho mais explorado por publicitários europeus e americanos agora é o sexo gay.

Sexo vende! Não custa repetir. Isso é uma verdade absoluta e não é segredo para ninguém. Seja na música, cinema, teatro e na moda, o desejo sexual aparece inserido em centenas de campanhas de marcas famosas e nem tão famosas assim. Não é de hoje que nomes como a Calvin Klein explora desejos sexuais, abusando de corpos semi-nus para vender seus jeans. Mensagem subliminar ou simples desejo?

As campanhas são cada vez mais abusadas, criativas e lucrativas. Em um mercado veloz e que demonstra sinais claros de saturação, buscar pelo novo é uma questão de sobrevivência. As marcas começam a explorar o sexo gay para alavancar suas vendas e continuar na vanguarda da moda. E sexo gay vende! A segmentação e criação de serviços exclusivos para essa faixa de público é uma realidade presente no mercado e nada mais normal que as grandes marcas usem essa linha para atrair ainda mais compradores para suas coleções, como faz a Dolce & Gabbana ou Jean Paul Gaultier.

Desde 2007 a grife de Domenico Dolce e Stefano Gabbana abusa de conteúdo homo-erótico em suas campanhas, porém no ano passado o tema ficou mais evidente com ensaio estrelado pela seleção italiana de Rugby. A polêmica deu certo e a marca volta a provocar este ano com a campanha para o verão 2009. A D&G se inspirou no filme O Leopardo do cineasta italiano Luchino Visconti para desenvolver sua provocante campanha clicada pelo fotógrafo pop-star Steven Klein e mostra homens musculosas, vestidos ou nus em posições que transpiram sexualidade.

Do outro lado do Atlântico, Tom Ford provoca um suposto puritanismo americano com suas imagens de nudez explícita estreladas pelo brasileiro Alex Schultz em nome da moda e das vendas. Provocantes e milionárias, as grandes marcas já provaram o gostinho do fruto proibido, se deram bem, faturaram muito e não param por aqui. Sexo vende e sexo gay também.

Dei a euza lá no Instante Único

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Vale tudo: Homossexualidade na antiguidade

homosexualidade antiguidade


Voltamos, mesmo que com um belo atraso, a mais um post sobre a homosexualidade na antiguidade. Atrasado porque eu deveria, como toda semana, postar às terças, mas me esqueci mesmo.

Nesse post você verá que os homosexuais já foram taxados como doentes mentais, sendo levados a tratamentos absurdos como a lobotomia, e entenderá porque o advento Aids teve uma repercusão ambígua para os gays naquela época.

Ciência maluca

Outro tratamento nada usual foi destinado tanto à homossexualidade quanto à ninfomania feminina: a lobotomia. Desenvolvida pelo neurocirurgião português António Egas Moniz, que chegou a ganhar o prêmio Nobel de Medicina de 1949 por isso, ela consistia em uma técnica cirúrgica que cortava um pedaço do cérebro dos doentes psiquiátricos, mais precisamente nervos do córtex pré-frontal. Na Suécia, 3 mil gays foram lobotomizados. Na Dinamarca, 3500 – a última cirurgia foi em 1981. Nos Estados Unidos, cidadãos portadores de “disfunções sexuais” lobotomizados chegaram às dezenas de milhares. O tratamento médico era empregado porque a homossexualidade passou a ser vista como uma doença, uma espécie de defeito genético.

Lobotomia: técnica cirúrgica que cortava nervos do córtex pré-frontal


A preocupação científica com os gays começou no século 19. A expressão “homossexual” foi criada em 1848, pelo psicólogo alemão Karoly Maria Benkert. Sua definição para o termo: “Além do impulso sexual normal dos homens e das mulheres, a natureza, do seu modo soberano, dotou à nascença certos indivíduos masculinos e femininos do impulso homossexual(...). Esse impulso cria de antemão uma aversão direta ao sexo oposto”. Em 1897, o inglês Havelock Ellis publicou o primeiro livro médico sobre homossexualismo em inglês, Sexual Inversion (“Inversão sexual”, inédito no Brasil). Como muitos da época, ele defendia a idéia de que a homossexualidade era congênita e hereditária. A opinião científica, médica e psiquiátrica vigente era de que a homossexualidade era uma doença resultante de anormalidade genética associada a problemas mentais na família. A teoria, junto das idéias emergentes sobre pureza racial e eugenismo nos anos 1930, torna fácil entender por que a lobotomia foi indicada para os homossexuais.

A situação só começou a mudar no fim do século passado, quando a discussão passou a se libertar de estigmas. Em 1979, a Associação Americana de Psiquiatria finalmente tirou a homossexualidade de sua lista oficial de doenças mentais. Na mesma época, o advento da Aids teve um resultado ambíguo para os homossexuais. Embora tenha ressuscitado o preconceito, já que a doença foi associada aos gays a princípio, também fez com que muitos deles viessem à tona, sem medo de mostrar a cara, para reivindicar seus direitos. Durante os anos 80 e 90, a maioria dos países desenvolvidos descriminalizou a homossexualidade e proibiu a discriminação contra gays e lésbicas. Em 2004, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos invalidou todas as leis estaduais que ainda proibiam a sodomia.

“Em toda a história e em todo o mundo a homossexualidade tem sido um componente da vida humana”, escreveu William Naphy, diretor do colégio de Teologia, História e Filosofia da Universidade de Aberdeen, Reino Unido, em Born to Be Gay – História da Homossexualidade. “Nesse sentido, não pode ser considerada antinatural ou anormal. Não há dúvida de que a homossexualidade é e sempre foi menos comum do que a heterossexualidade. No entanto, a homossexualidade é claramente uma característica muito real da espécie humana.” Para muitos, ainda hoje sair do armário continua sendo uma questão de tempo. As portas, no entanto, vêm sendo abertas desde a Antiguidade.

Dei a euza lá no Aventuras na história

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Lisa como bunda de bebê



Não é de hoje que muitos homens se depilam. As barbies, para delinear melhor os músculos. Os nadadores, para ter mais velocidade. Mas muitas bees, como eu, se depilam por mero esmero.

Para aquelas que já nascem com poucos pelos, a vida é um pouco mais fácil. Porém os peludinhos sofrem um verdadeiro karma, que dependendo da técnica utilizada, pode ser preciso depilar-se toda semana, para manter-se liso.

E hoje com essa padronização da beleza, os ursinhos acabam perdendo um pouco do espaço. Prova disso é quando, por exemplo, numa conversa em salas de bate papo, te perguntam se você é peludo ou aquela passiva vem dizendo ter a bunda lisinha. Confesso preferir os lisinhos e tento me manter como tal. Imagina ao proporcionar aquele cunete ao parceiro um pelo agarra entre os dentes, ou pior, agarra no céu da boca. Acredite, pelo agarrado no céu da boca é bem difícil de tirar.

Já em alguns filmes eróticos, como os da Raging Stallion, acho interessante os caras peludos, mas só nos filmes mesmo. Afinal nem toda fantasia a gente realiza.

Escrevi isso tudo para poder falar de técnicas de depilação, então a partir de agora vou citar algumas e descreve-las.

Aparelho de barbear: corra daqueles super baratinhos, porque você vai acabar com o corpo todo empolado e pelos inflamados. Aparelhos com três lâminas são mais apropriados, pois assim você não vai precisar passar tantas vezes para conseguir um bom resultado. Menos atrito, menos alergia. E se for sua primeira vez com a "gilete" a alergia pode ser maior. Muito cuidado para não se cortar, ninguém vai querer te comer se você tiver um quelóide enorme na bunda.


Cera fria: você vai achar facilmente em farmácias, alie a isto folhas de papel celofane, aplique o produto com uma espátula, cubra com o celofane. Procure pressionar e espalhar a cera em seguida puxe num único golpe.



Cera quente: também encontrado com grande facilidade, seja em forma de pedras ou roll-on. A vantagem da cera quente é que ela dilapa o póro, facilitando assim sua retirada. Aplique, espere alguns segundos para que a cera fique mais sólida e puxe com um único golpe. Em ambos os tipos de cera, quente ou fria, os resultados duram de 2 a 4 semanas.



Máquina zero: mais prática, apenas apara o pelo. Indicado pra quem quer apenas anemizar.



Creme depilatório: bem pratico, derrete o pelo, que demorar cerca de três dias para votar a incomodar. Porém funciona muito bem com pelos mais finos. Nunca consegui depilar meu peito dessa forma.



Laser: tida como a depilação definitiva, porém não pense que tudo se vai com apenas uma sessão, pois isso pode variar de acordo com a área, quantidade e espessura do pelo, sem contar que não é barato esse tipo de tratamento. Porém é a mais eficaz, e se levar em conta os anos de dor que tem pela frente, pode ser um estimulo.



Eletrólise: a depilação elétrica não é tão confortável quanto a laser, seus resultados, com sessões quinzenais, vem dentro de um ano. Essa técnica não causa qualquer tipo de irritação.


Dicas:

  • Esfolie a pele 2 dias antes de fazer a depilação: assim é mais fácil prevenir os pêlos encravados.

  • Hidrate a área a depilar mais ou menos 1 hora antes de depilar.

  • Se for depilar a virília, e se optar pela cera, não faça de uma vez só, depile por partes de modo a esticar bem a pele.

  • Nas zonas mais sensíveis e delicadas, faça sempre um teste de sensibilidade com o produto depilatório numa pequena área (menos visível), para saber a reacção da sua pele ao produto depilatório.

  • Não deixe grandes espaços de tempo entre depilações: para além de andar sempre perfeita e bonita o processo de depilar será cada vez mais rápido e menos penoso.


Receita de cera depilatória:
Receita Cera Depilação Caseira Egípcia:
Ingredientes:

  • Uma xícara (chá) de mel.

  • Meio copo (200 ml) de água morna.

  • Caldo de meio limão.


Preparação:
Mistura-se o caldo de limão com o mel e metade da água numa panela limpa. Mexe-se sem parar, até começar a soltar-se do fundo da panela. Neste momento acrescenta-se a outra metade da água, que supostamente já estará fria. Conserve a cera na geladeira. Sempre que for utilizar esquente em banho-maria.